Dinheiro






Forma de moedas ou de cédulas 
Usado para troca de bens, serviços, força de trabalho, divisas estrangeiras ou nas demais transações financeiras. 
É emitido e controlado pelo governo de cada país.

A moeda é uma mercadoria de aceitação geral, sendo, portanto, a facilitadora das trocas da economia; 

Unidade de valor (conta): é preciso exprimir o valor de troca das mercadorias em termos de uma unidade comum qual seja o padrão monetário. 
É o que permite a existência dos sistemas de preços. 
Assim, tal função fornece o padrão para que as demais mercadorias expressem seus valores; 

Pode também servir como reserva de valor: no momento em que o indivíduo recebe moeda, cabe a ele a possibilidade de gasta-lo num futuro mais ou menos próximo.  

A parte não gasta imediatamente se caracterizará como uma poupança, o que permitirá que se tenha gastos maiores que os recebimentos em momentos futuros. 

Taxa de Crescimento do Produto Interno Bruto (ou PIB) – é o indicador que informa em quantos pontos percentuais a riqueza de um país ou de uma região, variou durante um período (em geral, ano civil). 

Taxa de câmbio – dá uma informação relativa a moedas de outros países, indicando em que nível as trocas de moeda estão sendo processadas. É importante  para orientar decisões financeiras sobre negócios influenciados por variação de moedas. 

Taxa Básica de Juros da economia – a Taxa SELIC. 

Taxa de Inflação – indica como o poder aquisitivo do dinheiro está se comportando. 
Quanto maior a inflação, maior a perda de poder aquisitivo da moeda. 
No Brasil, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo IBGE, é o índice utilizado pelo Banco Central para o acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação, sendo considerado o índice oficial de inflação do país.

Inflação alta corroí o valor do dinheiro no tempo, levando os agentes a exigirem compensações por essa perda;  


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